| MERCADO IMOBILIÁRIO |
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REGISTRO ÚNICO E OUTRAS FACILIDADES
O Governo Federal estuda a criação de um cadastro que reuniria todas as informações sobre um imóvel. O objetivo é dar um novo impulso nas vendas e desburocratizar as negociações no setor. Hoje, quando alguém quer comprar uma residência ou um estabelecimento comercial, precisa consultar vários cartórios para saber, por exemplo, se o bem está penhorado ou com dívidas de condomínio e IPTU. Com o registro único, todas as informações ficariam concentradas em um só documento. Se aprovado, o registro será uma espécie de Renavam, como é chamado o registro de veículos. Com apenas uma consulta, pode-se descobrir se um automóvel tem multas pendentes, se está com o IPVA em dia, etc. |
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Além de concentrar a matrícula do imóvel em um único cadastro, o Ministério da Fazenda estuda outras duas medidas. A primeira é a possibilidade de um mutuário trocar seu empréstimo por outro que cobre taxas de juros mais baixas. A outra é a criação de diferentes formas de seguro na área habitacional. Hoje, segundo avaliação dos técnicos do governo, há poucos produtos no setor que oferecem garantia, por exemplo, contra a inadimplência do mutuário ou a falta de conclusão da obra, o que acaba encarecendo os empréstimos. Como a operação envolve riscos, o juro é mais elevado. |
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DINHEIRO PARA COMPRA DE MATERIAL
Dois bilhões de reais. Este é o valor já alcançado pela linha de crédito do Banco do Brasil para a compra de material de construção. O montante beneficiou um milhão de brasileiros, que puderam usar os recursos construção, reforma ou ampliação da casa. Os empréstimos têm taxas de juros que variam de 1,94% ao mês, para contratos entre dois e 24 meses, a 2,26% ao mês, para pagamentos de 25 a 48 meses. |
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