EDITORIAL

Estamos na época das Assembléias Ordinárias. É chegada a hora da previsão orçamentária. É de costume as empresas fazerem o seu planejamento financeiro no mês de outubro para o ano seguinte. Analisam a despesas fixas e variáveis, a necessidade de investimentos e a precisão de recursos formando daí o alicerce da empresa para o ano que entra.

O que devem fazer os condomínios? O mesmo que as grandes empresas. Nada diferente. É uma "empresa" onde o gestor (síndico) tem a responsabilidade de zelar por um patrimônio de alto valor e manter o bom funcionamento de todos os serviços disponibilizados desde o início do empreendimento aos "acionistas" (condôminos).

O bom planejamento financeiro será a base forte do condomínio e não de uma só gestão. O valor da cota condominial que tanto pesa no orçamento das famílias será cada vez mais crescente se o andamento das questões financeiras for inadequado.

O condomínio não tem que pagar juros, multa por atraso de pagamento, corte de fornecimento e nem correr risco pela não realização de seguro ou descumprimento da legislação trabalhista por falta de recurso. Leia a matéria sobre planejamento financeiro e escute um pouco o que os especialistas têm a nos ensinar a fim de evitar uma má gestão.

Continuamos falando de violência desta vez com a Cientista Social Roberta de Mello Corrêa a fim de entender mais sobre a relação porteiros e o aparato de segurança predial. É um assunto onde ainda há muito a falar. E o dever de bater sempre nesta tecla não é um "privilégio" do Rio de Janeiro e muito menos do Brasil. O uso dos circuitos internos, segundo a Cientista, tem sido mais voltado a um serviço melhor dos porteiros aos moradores e controle interno que o seu objetivo maior de vigiar a entrada e saída do condomínio. É preciso conscientizar os empregados e também os moradores dos seus papéis com a segurança dos condomínios e o verdadeiro objetivo das câmeras de segurança.

A partir desta edição inauguramos um espaço destinado as "Ações Positivas" em prol da inclusão social, recuperação de jovens, preservação da natureza e algumas ações pontuais de socorro às populações mais carentes ou vitimadas por um agente externo ou mesmo interno. Daremos voz para que essas ONG´s, pessoas e grupos tornem seus trabalhos sérios mais conhecidos e divulgados, gerando assim maior possibilidade de abrangência e até de viabilização e conquista da continuidade de um trabalho que visa sempre a ajuda ao próximo e a capacitação a quem não teve ainda oportunidades de inserção no mercado de trabalho.

Rogério Quintanilha
Diretor de Marketing

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